domingo, 3 de fevereiro de 2019

tvfolha ao vivo: Previdência dos militares terá proposta específica até ...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


"A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES".
Gerhard Erich Boehme (*) - 21 de janeiro de 2019.

No caso específico dos "militares", desde os primórdios das Forças Armadas no Brasil, os militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de "Montepio Militar".

Em 1960, o Governo resolve incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio.

Saliente-se aqui que o Governo fez excelente negócio: incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões.

Esse pagamento era capitalizado pelas contribuições dos militares que deixavam para suas esposas e filhas os valores de 20 vezes a contribuição no caso de falecimento normal, 25 vezes no caso de falecimento em serviço e 30 vezes no caso de morte em campanha (guerra).

Com o advento da "Constituição de 1988", (outro golpe foi aplicado em cima dos militares). É oferecido pelo governo, assim como para os funcionários civis, o pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte.

Essa proposta resolvia os problemas das necessidades das famílias enlutadas, mas, em sua estrutura, escondia um ardil contábil: as contribuições dos militares aumentaram desmesuradamente.

Em 29 de dezembro de 2000, "nova alteração", e claro... (mais um golpe). A contribuição aumenta mais (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade - (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média...
>>> "por mais de cinquenta (50) anos".

Apesar de tudo... o governo, tendo pleno conhecimento de toda essa realidade, "não a divulga". A população do País ainda enxerga em cada militar um privilegiado, não raro exposto à execração pública.

Onde o privilégio fica difícil de apontar (sem lembrarmos a penca de vicissitudes enfrentadas pelos militares ao longo da carreira) e o fato de que a grande maioria dos países do mundo possui um plano diferenciado de aposentadoria, com alguns privilégios, para os seus militares...

>>> (No Brasil, a aposentadoria dos militares também é diferenciada: é pior do que a dos funcionários federais civis, que nada mais pagam ao se aposentarem com vencimentos integrais).

Materializando essa situação, hoje, é mais ou menos assim:

>>> Um coronel, após mais de 50 anos de contribuição, (isso acontece em todos os postos ou graduações) contribui com R$ 960,00 mensais e, ao falecer, deixa uma pensão de R$ 8.000,00. Se essa retribuição fosse feita pelo critério anterior, ou seja, de 20 vezes o valor da contribuição, esse valor subiria para R$ 19.200,00. Um valor 120% maior.

Em um plano de capitalização particular, durante 50 anos, essa importância seria consideravelmente maior.

"Na nova reforma em gestação", (novas perdas, com certeza, virão). Não temos "sindicatos" para defender os nossos interesses e "não podemos fazer greves". (Somos disciplinados e patriotas).
Infelizmente, os "bravateiros" são insensíveis e só conhecem os argumentos calcados na força.

Desse rápido estudo fica claro que o Governo, para resolver "seus problemas de caixa", (aplica seguidos golpes em cima dos militares).

Nessa sequência, é plausível prever, num futuro próximo, o "seguinte golpe":

>> "vamos matar todos os militares reservistas, reformados e os seus dependentes, pois esses velhinhos só dão prejuízos" !@!!

Agora vamos pensar nas "aposentadorias milionárias" dos terroristas e assassinos que agiram sorrateiramente nos tempos da “Ditadura Militar” (1964-1985), os quais sabiam a quem e por conta de quem lutavam, seguramente não a favor dos brasileiros, queriam aqui nos impor uma "DITADURA REAL", tal qual a que existiu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e ainda existe em Cuba.

Privilégios e benefícios são almejados por todos, e não custa lembrar um notório liberal francês e habilidoso por desmascarar as propostas socialistas surgidas na França na primeira metade do Século XVIII, que com sua frase foi sábio:

>>> “O Estado é a grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo". (Frédéric Bastiat).

(*) Gerhard Erich Boehme é perito criminal pela Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo, consultor em gestão organizacional, professor universitário e consultor/pesquisador na área de implantação e implementação de Conselhos Comunitários de Segurança.

NOTA:

Portal Militar /montedo.com

Este texto foi publicado no blog em 2011 e republicado em 2016. Teimosamente, permanece atual. Trata-se da melhor análise histórica sobre o tema.
Volta-se a postar, na esperança de que aclare "algumas mentes".

(Banda Devassa-Rio - 03 de Fevereiro de 2019).

Aposentadoria militares

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


"A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES".
Gerhard Erich Boehme (*) - 21 de janeiro de 2019.

No caso específico dos "militares", desde os primórdios das Forças Armadas no Brasil, os militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de "Montepio Militar".

Em 1960, o Governo resolve incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio.

Saliente-se aqui que o Governo fez excelente negócio: incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões.

Esse pagamento era capitalizado pelas contribuições dos militares que deixavam para suas esposas e filhas os valores de 20 vezes a contribuição no caso de falecimento normal, 25 vezes no caso de falecimento em serviço e 30 vezes no caso de morte em campanha (guerra).

Com o advento da "Constituição de 1988", (outro golpe foi aplicado em cima dos militares). É oferecido pelo governo, assim como para os funcionários civis, o pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte.

Essa proposta resolvia os problemas das necessidades das famílias enlutadas, mas, em sua estrutura, escondia um ardil contábil: as contribuições dos militares aumentaram desmesuradamente.

Em 29 de dezembro de 2000, "nova alteração", e claro... (mais um golpe). A contribuição aumenta mais (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade - (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média...
>>> "por mais de cinquenta (50) anos".

Apesar de tudo... o governo, tendo pleno conhecimento de toda essa realidade, "não a divulga". A população do País ainda enxerga em cada militar um privilegiado, não raro exposto à execração pública.

Onde o privilégio fica difícil de apontar (sem lembrarmos a penca de vicissitudes enfrentadas pelos militares ao longo da carreira) e o fato de que a grande maioria dos países do mundo possui um plano diferenciado de aposentadoria, com alguns privilégios, para os seus militares...

>>> (No Brasil, a aposentadoria dos militares também é diferenciada: é pior do que a dos funcionários federais civis, que nada mais pagam ao se aposentarem com vencimentos integrais).

Materializando essa situação, hoje, é mais ou menos assim:

>>> Um coronel, após mais de 50 anos de contribuição, (isso acontece em todos os postos ou graduações) contribui com R$ 960,00 mensais e, ao falecer, deixa uma pensão de R$ 8.000,00. Se essa retribuição fosse feita pelo critério anterior, ou seja, de 20 vezes o valor da contribuição, esse valor subiria para R$ 19.200,00. Um valor 120% maior.

Em um plano de capitalização particular, durante 50 anos, essa importância seria consideravelmente maior.

"Na nova reforma em gestação", (novas perdas, com certeza, virão). Não temos "sindicatos" para defender os nossos interesses e "não podemos fazer greves". (Somos disciplinados e patriotas).
Infelizmente, os "bravateiros" são insensíveis e só conhecem os argumentos calcados na força.

Desse rápido estudo fica claro que o Governo, para resolver "seus problemas de caixa", (aplica seguidos golpes em cima dos militares).

Nessa sequência, é plausível prever, num futuro próximo, o "seguinte golpe":

>> "vamos matar todos os militares reservistas, reformados e os seus dependentes, pois esses velhinhos só dão prejuízos" !@!!

Agora vamos pensar nas "aposentadorias milionárias" dos terroristas e assassinos que agiram sorrateiramente nos tempos da “Ditadura Militar” (1964-1985), os quais sabiam a quem e por conta de quem lutavam, seguramente não a favor dos brasileiros, queriam aqui nos impor uma "DITADURA REAL", tal qual a que existiu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e ainda existe em Cuba.

Privilégios e benefícios são almejados por todos, e não custa lembrar um notório liberal francês e habilidoso por desmascarar as propostas socialistas surgidas na França na primeira metade do Século XVIII, que com sua frase foi sábio:

>>> “O Estado é a grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo". (Frédéric Bastiat).

(*) Gerhard Erich Boehme é perito criminal pela Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo, consultor em gestão organizacional, professor universitário e consultor/pesquisador na área de implantação e implementação de Conselhos Comunitários de Segurança.

NOTA:

Portal Militar /montedo.com

Este texto foi publicado no blog em 2011 e republicado em 2016. Teimosamente, permanece atual. Trata-se da melhor análise histórica sobre o tema.
Volta-se a postar, na esperança de que aclare "algumas mentes".

(Banda Devassa-Rio - 03 de Fevereiro de 2019).

Banda Devassa - "Marina Julia" - Praça Marechal Mauricio Cardoso. Vídeo ...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


"A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES".
Gerhard Erich Boehme (*) - 21 de janeiro de 2019.

No caso específico dos "militares", desde os primórdios das Forças Armadas no Brasil, os militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de "Montepio Militar".

Em 1960, o Governo resolve incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio.

Saliente-se aqui que o Governo fez excelente negócio: incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões.

Esse pagamento era capitalizado pelas contribuições dos militares que deixavam para suas esposas e filhas os valores de 20 vezes a contribuição no caso de falecimento normal, 25 vezes no caso de falecimento em serviço e 30 vezes no caso de morte em campanha (guerra).

Com o advento da "Constituição de 1988", (outro golpe foi aplicado em cima dos militares). É oferecido pelo governo, assim como para os funcionários civis, o pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte.

Essa proposta resolvia os problemas das necessidades das famílias enlutadas, mas, em sua estrutura, escondia um ardil contábil: as contribuições dos militares aumentaram desmesuradamente.

Em 29 de dezembro de 2000, "nova alteração", e claro... (mais um golpe). A contribuição aumenta mais (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade - (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média...
>>> "por mais de cinquenta (50) anos".

Apesar de tudo... o governo, tendo pleno conhecimento de toda essa realidade, "não a divulga". A população do País ainda enxerga em cada militar um privilegiado, não raro exposto à execração pública.

Onde o privilégio fica difícil de apontar (sem lembrarmos a penca de vicissitudes enfrentadas pelos militares ao longo da carreira) e o fato de que a grande maioria dos países do mundo possui um plano diferenciado de aposentadoria, com alguns privilégios, para os seus militares...

>>> (No Brasil, a aposentadoria dos militares também é diferenciada: é pior do que a dos funcionários federais civis, que nada mais pagam ao se aposentarem com vencimentos integrais).

Materializando essa situação, hoje, é mais ou menos assim:

>>> Um coronel, após mais de 50 anos de contribuição, (isso acontece em todos os postos ou graduações) contribui com R$ 960,00 mensais e, ao falecer, deixa uma pensão de R$ 8.000,00. Se essa retribuição fosse feita pelo critério anterior, ou seja, de 20 vezes o valor da contribuição, esse valor subiria para R$ 19.200,00. Um valor 120% maior.

Em um plano de capitalização particular, durante 50 anos, essa importância seria consideravelmente maior.

"Na nova reforma em gestação", (novas perdas, com certeza, virão). Não temos "sindicatos" para defender os nossos interesses e "não podemos fazer greves". (Somos disciplinados e patriotas).
Infelizmente, os "bravateiros" são insensíveis e só conhecem os argumentos calcados na força.

Desse rápido estudo fica claro que o Governo, para resolver "seus problemas de caixa", (aplica seguidos golpes em cima dos militares).

Nessa sequência, é plausível prever, num futuro próximo, o "seguinte golpe":

>> "vamos matar todos os militares reservistas, reformados e os seus dependentes, pois esses velhinhos só dão prejuízos" !@!!

Agora vamos pensar nas "aposentadorias milionárias" dos terroristas e assassinos que agiram sorrateiramente nos tempos da “Ditadura Militar” (1964-1985), os quais sabiam a quem e por conta de quem lutavam, seguramente não a favor dos brasileiros, queriam aqui nos impor uma "DITADURA REAL", tal qual a que existiu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e ainda existe em Cuba.

Privilégios e benefícios são almejados por todos, e não custa lembrar um notório liberal francês e habilidoso por desmascarar as propostas socialistas surgidas na França na primeira metade do Século XVIII, que com sua frase foi sábio:

>>> “O Estado é a grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo". (Frédéric Bastiat).

(*) Gerhard Erich Boehme é perito criminal pela Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo, consultor em gestão organizacional, professor universitário e consultor/pesquisador na área de implantação e implementação de Conselhos Comunitários de Segurança.

NOTA:

Portal Militar /montedo.com

Este texto foi publicado no blog em 2011 e republicado em 2016. Teimosamente, permanece atual. Trata-se da melhor análise histórica sobre o tema.
Volta-se a postar, na esperança de que aclare "algumas mentes".

(Banda Devassa-Rio - 03 de Fevereiro de 2019).

A CAUSA DA TRAGÉDIA DE BRUMADINHO

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


BRUMADINHO... (Tragédia anunciada).

"GUERRA IDEOLÓGICA E CONFLITO DE GERAÇÕES" !@!!

Sempre que ocorre uma tragédia, há uma busca frenética, irracional, pelos culpados, e os apontados - (é infalível) - nunca é uma pessoa, ou várias delas, mas uma abstração, um sistema de pensamento, uma instituição, ou a corrupção.

Há um embate, agora, para se apontar os culpados pelo desastre em Brumadinho, e não poucas pessoas, inspiradas por uma ideologia, mesmo sem o saber, estão, sem uma razão plausível, a enquadrar a ideologia oposta, impelidas, unicamente, por rejeição a ela, inexplicável.

É puro automatismo...

Os socialistas culpam o capitalismo, cujos agentes, egoístas, desumanos, só pensam no lucro, e os liberais atacam o Estado, cujos membros são burocratas incompetentes e corruptos.

Nem os socialistas, tampouco os liberais, esquadrinham os fatos, revelam vontade de conhecer a realidade:

>>> "apontam, de imediato, o dedo acusador ao sistema oposto".

Tal expediente, em tal ânsia justiceira, atende, não ao correto senso de justiça, mas ao desejo, mesmo que inconsciente, de dar-se ares de exclusiva superioridade moral, ao de emprestar à ideologia que defende poderes para solucionar todos os problemas do mundo, e ao de aniquilar os que subscrevem a, assim entendem, ideologia oposta, a qual, consequentemente, é vista como um flagelo.

Condenam os socialistas a Vale do Rio Doce, empresa privada - (mas eles esquecem que cabe ao Estado brasileiro a fiscalização das barragens; condenam os liberais a ineficiência do Estado em fiscalizar) - mas eles esquecem que são os empresários que investem nas barragens.

A responsabilidade, portanto, está nas mãos, não de abstrações, o Capitalismo e o Socialismo, o Mercado e o Estado, mas de pessoas que ocupam, umas, cargos na alta hierarquia de empresas privadas, outras, nas instituições estatais.

Em sua ira justiceira, irracional, irrealista, imputando o crime a um sistema de pensamento, à uma ideologia, à uma abstração, os justiceiros favorecem as pessoas que falham em seus deveres, afinal não miram na justiça:
>>> querem apenas, para usar uma expressão da moda... "LACRAR". - (ACORDA BRASIL !!!!).

(Banda Devassa-Rio - 28 de Janeiro de 2019).

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Banda Devassa - "Marina Julia" - Praça Marechal Mauricio Cardoso. Vídeo ...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


DEUS CURA !!!!

Existem dores que sentimos
e não demonstramos.
Sofremos em silêncio.
A alma chora.
O coração grita.
Ninguém vê !!!!
Mas Deus sabe !!!!
Deus entende !!!!
Deus cura !!!!

(Banda Devassa-Rio - 02 de Fevereiro de 2019).

Banda Devassa - "Marina Julia" - Praça Marechal Mauricio Cardoso. Vídeo ...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


DEUS CURA !!!!

Existem dores que sentimos
e não demonstramos.
Sofremos em silêncio.
A alma chora.
O coração grita.
Ninguém vê !!!!
Mas Deus sabe !!!!
Deus entende !!!!
Deus cura !!!!

(Banda Devassa-Rio - 02 de Fevereiro de 2019).