Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).
EU NÃO VOU ME DETER NOS DETALHES
DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
(Alex Campos - Jornalista - 21 de fev. de 2019 - JB FM).
As propostas oficiais de reforma da Previdência levadas ao Congresso pelo presidente "Jair Bolsonaro" são duras, corajosas e necessárias.
As novas regras, as mudanças, as alternativas e as possibilidades estão hoje em todos os noticiários - (inclusive no nosso aqui), da JB-FM, produzido pela eficiente "Aline Gonçalves", pelo competente "Antonio Ribeiro" e pelo talentoso "Chico Alexandre" (o cara que, no século passado, foi quem me ensinou a escrever).
Portanto, eu não vou me deter nos detalhes cruéis, sórdidos e refinados das propostas do governo...
Basta repetir que se trata de um esforço inevitável, inadiável e inarredável, visando resolver uma combinação absurda de injustiça social, desigualdade de renda, concentração de riqueza e exploração dos mais pobres sobre os mais ricos, além de exploração dos mais bem informados sobre os "muito bem desinformados".
A quem discorda, eu sugiro que não vá se queixar ao bispo… Vá se queixar ao Sarney, ao Collor, ao FH, ao Lula, à Dilma e ao Temer !@!!
Todos esses seis ex-presidentes, ainda vivos, são responsáveis pelo fato de a reforma da Previdência ter chegado ao ponto de se tornar uma urgência, um botão de pânico, principalmente para os brasileiros mais desprotegidos.
Deve-se à "omissão de uns"... à "malícia de outros" e à "preguiça dos demais"... a situação caótica, de pré-colapso, a que chegamos. Uma situação em que:
>>> "ou pulamos na reforma, mesmo sem rede de proteção, ou saltamos no abismo, mesmo sem pára-quedas".
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05 de Março de 2013.
Morte de Hugo Cháves (1954-2013).
"DE ALIADOS A INIMIGOS"...
(Crônica das relações entre EUA e Venezuela).
Tensões entre "Caracas e Washington" atingiram seu ponto mais crítico após Maduro romper laços diplomáticos com os EUA.
Reveja os fatos que marcaram a relação bilateral, do elo petrolífero ao antiamericanismo. As tensões entre a Venezuela e os Estados Unidos chegaram ao ponto de ebulição quando o presidente americano, "Donald Trump", reconheceu formalmente o líder da oposição da Venezuela, "Juan Guaidó", como "presidente interino" do país e, consequentemente, declarou... (ilegítimo o presidente Nicolás Maduro).
Os dois países estão em conflito desde que Hugo Chávez chegou ao poder, há quase duas décadas, mas nem sempre foram inimigos políticos.
De fato, ao longo de sua história, a Venezuela desfrutou de uma relação com os Estados Unidos relativamente benéfica quando comparada com a relação com os países vizinhos.
O antiamericanismo de Caracas é um fenômeno relativamente novo.
No início do século 20, companhias de petróleo dos EUA receberam generosas concessões do então ditador venezuelano, "Juan Vicente Gómez", e foram pioneiras no que se tornaria a principal atividade econômica da Venezuela.
Este elo petrolífero entre os dois países continuaria vivo por décadas, ao mesmo tempo que a Venezuela estabeleceria sua própria empresa petrolífera, a "Petroleos de Venezuela" (PDVSA).
Como resultado de sua política amistosa em relação aos Estados Unidos, a Venezuela escapou de grande parte dos danos infligidos por Washington a países latino-americanos antagônicos, como o "Chile" e a "Guatemala".
O OPOSTO DE CUBA.
Em 23 de janeiro de 1958, um "golpe de Estado" deu um fim à ditadura do general "Marcos Pérez Jiménez" e resultou no início do ainda jovem "movimento democrático na Venezuela".
Os novos líderes do país passaram algum tempo nos EUA enquanto estavam no exílio e foram "inspirados por seu sistema democrático". Eles procuraram construir um governo politicamente centrista e se mantiveram distantes da União Soviética.
A transição da Venezuela da ditadura para a democracia foi bem vista por Washington, em particular porque a relação com o petróleo não foi perturbada. Apenas um ano depois, a "revolução cubana" abalou a região e, consequentemente, aproximou ainda mais a Venezuela dos EUA.
Com Cuba aliada à União Soviética e rejeitando os EUA, o então presidente americano, "John F. Kennedy", e os governos subsequentes esperavam que a Venezuela se tornasse o exemplo de um lugar onde a democracia, a liberdade e o progresso econômico pudessem florescer sem o socialismo.
ANTIAMERICANISMOS DE CHÁVES.
E é justamente neste contexto que Chávez transformou a relação entre a Venezuela e os EUA. Chávez era membro do Exército venezuelano e foi encarregado de repelir guerrilheiros apoiados por cubanos que tentavam destituir os governos democráticos da Venezuela.
Mas para Chávez, que passou a admirar Cuba, os rebeldes eram libertadores. A democracia venezuelana viu-se assolada pela corrupção e atingida por uma crise financeira na década de 1980, e quando seus líderes assinaram pacotes de austeridade liderados por Washington que prejudicariam a população, Chávez se voltou contra o "establishment".
Seu "golpe fracassado" em 1992 foi direcionado à classe dominante e atingiu um nervo da população. Chávez venceu a eleição presidencial de 1998 com essa mensagem "anti-establishment", mas logo redirecionou seu olhar para os EUA e a indústria do petróleo.
GEORGE W. BUSH... "O DEMÔNIO" !@!!
Os laços estreitos de "Chávez com Cuba" colocaram a Venezuela numa rota de colisão com os EUA, e as relações se romperam definitivamente com uma tentativa de golpe e Estado contra Chávez em 2002.
Não é a toa que a tentativa de golpe foi provocada por uma greve geral estimulada por uma oposição à tentativa de Chávez de assumir maior controle sobre a indústria petrolífera da Venezuela.
Embora Chávez tenha sido brevemente destituído... "a tentativa de golpe fracassou". Após seu retorno ao poder, o então presidente venezuelano acelerou a incorporação da indústria petrolífera e acusou os Estados Unidos e a CIA de estarem envolvidos na tentativa de golpe.
Chávez, então, conduziu a política externa de antiamericanismo da Venezuela ao extremo. Num discurso na ONU, chegou a chamar o então presidente dos EUA, George W. Bush, de "demônio" !!!!
Chávez se tornou o "queridinho da esquerda internacional" e liderou uma coalizão de governos de esquerda na América Latina, simpáticos a Cuba e que mantinham uma posição hostil em relação aos EUA.
Bush reagiu de forma cortês, e seu governo forneceu apoio amplo e aberto ao crescente movimento de oposição na Venezuela. Mas durante esse período, mesmo com muitos preocupados com o fato de seu governo estar se tornado cada vez mais "antidemocrático", Chávez desfrutou de amplo apoio das massas... "ESPECIALMENTE ENTRE OS POBRES" !@!!
Quando "Barack Obama" foi eleito presidente dos EUA, em 2008, Washington se afastou do que considerou uma "política de confronto fracassada".
Obama não abraçou o regime de Chávez, mas manteve-se à distância do conflito e reduziu o relacionamento com a oposição, mantendo o espírito de solidariedade.
TRUMP REACENDE DISPUTA.
Uma década depois, a situação da Venezuela mudou drasticamente...
"Chávez morreu"... e "Maduro" assumiu o poder em 2013.
O país mergulhou numa "profunda crise econômica", que, por sua vez, deflagrou uma das piores crises de refugiados da América Latina.
"Maduro" não conseguiu manter os altos níveis de popularidade de que Chávez gozava e viu aliados esquerdistas na América Latina desaparecerem um a um, sendo substituídos por governos de "centro-direita" e, consequentemente, hostis ao regime venezuelano.
O governo de "Donald Trump" reacendeu a chama do antagonismo republicano em relação à Venezuela, mas desta vez, e ao contrário dos anos de governo Bush, a Venezuela estava debilitada, e os líderes da região pediam ajuda.
Para uma oposição "SEVERAMENTE" enfraquecida, aceitar o apoio dos EUA é uma decisão simples.
"Guaidó se declarou presidente da Venezuela em 23 de janeiro", mesmo dia em que a primeira geração de democratas da Venezuela depôs uma ditadura, inspirada e apoiada pelos EUA.
Ao menos para a oposição, os laços que historicamente conectaram Venezuela e os Estados Unidos permanecem...
Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).
04 de Março de 1974 - (há 45 anos).
Inaugurada a "Ponte Rio–Niterói", com 12,9 km de extensão e vão central de 300 m, ligando as cidades do (Rio de Janeiro e Niterói), no Brasil.
"Ponte Presidente Costa e Silva", popularmente conhecida como "Ponte Rio–Niterói", é uma ponte que atravessa a Baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Ela conecta os municípios do Rio de Janeiro e Niterói. Seu nome é em homenagem a "Arthur da Costa e Silva", presidente durante a ditadura militar no Brasil (1964–1985) que deu a ordem para a construção da estrutura.
A estrutura é ligada a Ponta do Caju (Rio de Janeiro) a Avenida do Contorno (Niterói). Antes do funcionamento da ponte era necessário percorrer cerca de 120 km em estradas ou optar pelo uso de balsas. A escolha do traçado diz respeito ao menor impacto no tráfego marítimo, o custo total menor que outras opções e a ligação aos subúrbios cariocas.
O seu projeto foi idealizado por "Mario Andreazza", então Ministro dos Transportes. A obra demorou pouco menos de seis anos para ser concluída e foi entregue no dia "04 de março de 1974", sendo considerada, na época, a segunda maior ponte do mundo, perdendo apenas para a "Ponte do Lago Pontchartrain", nos Estados Unidos.
Atualmente, a ponte é a maior do hemisfério sul em concreto protendido e a 11.ª mais extensa do planeta. A estrutura recebe mais de 150 mil passageiros por dia, segundo informações da concessionária "Ecoponte", em dias de fluxos normais.Também é conhecido como maior vão em linha reta do mundo e o maior conjunto de estruturas protendidas da América.
HISTÓRIA.
PROJETO:
O conceito de seu projeto remonta a 1875, visando a ligação entre os dois centros urbanos vizinhos, separados pela baía de Guanabara ou por uma viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé.
À época havia sido concebida a construção de uma ponte e, posteriormente, de um túnel. Entretanto, somente no século XX, em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a construção de uma via rodoviária.
Em 29 de dezembro de 1965, uma comissão executiva foi formada para cuidar do projeto definitivo de construção de uma ponte. O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de agosto de 1968, autorizando o projeto de construção da ponte, idealizado pelo ministro dos transportes, Mário Andreazza, sob a gestão de quem a ponte foi iniciada e concluída.
O projeto da ponte Rio Niterói foi preparado por um consórcio de duas empresas. A firma Noronha Engenharia, sediada no Rio de Janeiro, preparou o projeto dos acessos no Rio de Janeiro e em Niterói, assim como a ponte de concreto sobre o mar.
A firma Howard, Needles, Tammen and Bergendorf, dos EUA, projetou o trecho dos vãos principais em estrutura de aço, incluindo as fundações e os pilares. Os engenheiros responsáveis pelo projeto da ponte de concreto foram "Antônio Alves de Noronha Filho" e "Benjamin Ernani Diaz" e o engenheiro responsável pela ponte de aço foi o americano "James Graham".
A apresentação oficial do projeto da Ponte Rio-Niterói aconteceu no dia 14 de novembro de 1968 na Escola de Engenharia da Universidade Católica de Petrópolis (UCP). Na cerimônia estavam presentes: o Presidente Costa e Silva, o Ministro Mário Andreazza, o engenheiro Eliseu Rezende, diretor do DNER e o Grão-Chanceler e Reitor da UCP, Dom José Fernandes Veloso. As obras tiveram início em janeiro de 1969.
CONSTRUÇÃO:
A obra teve início, simbolicamente, em 09 de novembro de 1968, com a presença da Rainha do Reino Unido, Elizabeth II e de Sua Alteza Real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, ao lado do ministro Mário Andreazza.
O canteiro principal da Ponte Rio de Niterói do Consórcio Construtor Guanabara se localizava na Ilha do Fundão, pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro. Havia, também, canteiros secundários em Niterói.
As firmas executoras da superestrutura em aço foram Dormann & Long, Cleveland Bridge e Montreal Engenharia. A estrutura foi toda fabricada na Inglaterra em módulos, que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. A fabricação final da ponte de aço, com os elementos pré-soldados da Inglaterra, foi feita na Ilha do Caju, na Baia de Guanabara. A montagem das vigas de aço também foi feita pelas mesmas firmas fabricantes da estrutura.
O banco responsável por parte do financiamento da obra foi N M Rothschild & Sons. Não foi permitida a participação única de empresas inglesas no processo de licitação da fabricação dos vãos principais de aço. Para concretizar a realização da obra, o Ministro da Fazenda, Delfim Neto, o engenheiro Eliseu Resende e a Rotschild & Sons assinaram, em Londres, um documento que assegurava o fornecimento de estruturas de aço, com um comprimento de 848m, incluindo os vãos de 200m+300m+200m e dois trechos adicionais de 74m, e um empréstimo de, aproximadamente, US$ 22 milhões com bancos britânicos.
O valor destinava-se a despesas com outros serviços da ponte, totalizando (NCr$ 113.951.370,00).
O preço final da obra foi avaliado em (NCr$ 289.683.970,00), com a diferença paga pela emissão de Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional.
Em 1971, o contrato de licitação para construção da obra foi rescindido devido a atraso nas obras, e a construção passou a ser feita por um novo consórcio das construtoras Camargo Correa, Mendes Junior e Construtora Rabello designado Consórcio Construtor Guanabara, sendo concluído três anos depois.
INAUGURAÇÃO E ATUALIDADE.
A ligação rodoviária foi entregue em (04 de março de 1974), com extensão total de 13,29 km, dos quais 8,83 km são sobre a água, e 72 m de altura em seu ponto mais alto, e com previsão de um volume diário de 4.868 caminhões, 1.795 ônibus e 9.202 automóveis, totalizando 15.865 veículos.
Atualmente é considerada a maior ponte, em concreto protendido, do hemisfério sul e atualmente é a 11ª maior ponte do mundo. No ano em que foi concluída, era a segunda maior ponte do mundo, perdendo apenas para a Causeway do lago Pontchartrain nos Estados Unidos. Ela continuou no posto de segunda maior ponte do mundo até 1985 quando foi concluída a Ponte Penang na Malásia.
Na época de sua construção a sua travessia era "gratuita", (não existindo a cobrança de pedágio), implantado anos depois.
A promessa era que o investimento fosse quitado por recursos obtidos do pedágio num prazo de oito anos, mas que o usuário deveria continuar a pagar o valor após a liquidação da dívida do Estado.
Ao ser inaugurada, o pedágio da ponte custava Cr$ 2,00 para motocicletas; Cr$ 10,00 para carros de passeio, Cr$ 20,00 para caminhões, ônibus e caminhões com três eixos e rodagem dupla Cr$ 40,00, e Cr$ 70,00 para os caminhões com seis eixos e rodagem dupla.
Em 1995 foi feita uma concorrência para concessão da administração da ponte para a iniciativa privada, que foi vencida pelo consórcio Ponte S/A, atualmente, empresa do Grupo CCR.
Cinco operários morreram (!@!!) durante a construção do vão central da ponte, devido à altura em relação ao nível do mar.(Um engenheiro da época em reportagem 22/05/2013 afirmou que morreram em media 40 funcionários nos 05 anos da obra onde trabalhavam 10 mil operários, Só em um acidente morreram 10 funcionários incluído 3 engenheiros).
Em 2009 foi realizada repintura das faixas, estreitando-as, quando a Ponte passou de 3 para 4 faixas de rolamento em cada sentido. Porém, tal obra é considerada apenas um paliativo, visto que a capacidade de tráfego da Ponte Rio-Niterói encontra-se à beira do esgotamento, havendo congestionamentos em grande parte do dia.
Em 18 de Março de 2015, a ponte foi leiloada mais uma vez, com a "EcoRodovias" ganhando a concessão de 30 anos, já a partir de maio desse ano (2015), entre essas obras, que serão iniciadas em 2016, estão o mergulhão da Praça Renascença, a ligação da ponte com a Linha Vermelha e a construção da Avenida Portuária.
ESTRUTURA.
A importância da Rio–Niterói na Região Metropolitana do Rio de Janeiro tomou tais proporções, que é comum que seus habitantes se refiram à obra como "a Ponte", tal é a importância da via.
Segundo a concessionária Ponte S/A, em fluxos normais, o movimento médio atinge 150 mil veículos/dia. O tráfego da Rio-Niterói tem um acréscimo considerável em vésperas e finais de feriados prolongados, uma vez que ela é o caminho para ir da cidade do Rio de Janeiro para as rodovias que dão acesso às praias da Região dos Lagos, região turística do estado do Rio de Janeiro. Faz parte da BR-101 e está sob a circunscrição da 2ª Delegacia de Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Pode ser dividida em superestruturas (tabuleiro e pistas de rolamento), mesoestrutura (travessas e pilares) e infraestrutura (fundações e blocos de coroamento).
ALTERNATIVAS:
O Poder Público já começa a procurar alternativas à Ponte, como a construção do Arco Metropolitano, que tem como um dos objetivos desviar tráfego da Ponte Rio-Niterói.
O Estado analisa outras opções viárias de ligação entre o Rio e Niterói. A principal opção parece ser a construção da Linha 3 do Metrô Rio, ligará o Parque do Flamengo ou Centro do Rio ao Gragoatá.
Outra opção metroviária a continuação da Linha 2 do Metrô Rio, atravessando a Baía da Guanabara embaixo d’água até Niterói, fazendo uma ligação com a Cruz Vermelha, no Rio, passando pelo Largo da Carioca, a Praça XV e a Baía da Guanabara, debaixo d’água, até Niterói, próximo à Estação das Barcas, no Centro.
Embora, as autoridades apontem que a ligação prioritária é a metroviária, com a Linha 3 do Metrô Rio, que é uma ligação de massa, mas não descartar a hipótese de uma ligação rodoviária, que pode ser feita em conjunto.
Defende-se uma ligação submarina mista (metro e carros) como uma alternativa viável para a solução do problema com construção de uma nova ligação entre as duas cidades, entre o Monumento do Estácio de Sá, no Parque do Flamengo, e o Gragoatá. (Banda Devassa-Rio - 04/03/2019).
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1º de Março de (1565-2019) - "454 anos". Aniversário da cidade do Rio de Janeiro (Cidade Maravilhosa).
Cheia de encantos mil e muitos problemas a resolver, a cidade do Rio de Janeiro completa hoje 454 anos de fundação. E para homenagear a todos deixo aqui este texto de "Mônica Marzano".
O carnaval já passou, mas os cariocas ainda têm muito a comemorar. Hoje, "dia 1º de março de 2019", a Cidade Maravilhosa completa (454 anos), esbanjando simpatia e charme.
A programação será intensa em diversos bairros...
No Baixo-Penha (Rua Patagônia), na padaria Sabor do Pão (esquina da Patagônia), dentro do projeto "Devassa Social Clube", vamos tocar marchinhas dos carnavais antigos em homenagem à nossa "Cidade Maravilhosa" (Arizoli).
Mas muitos desatentos podem perguntar:
>>> "O aniversário do Rio não foi no dia 20 de janeiro?"
A resposta é NÃO... Nessa data, os católicos celebram o dia do "padroeiro": (São Sebastião).
O primeiro templo da cidade foi erguido em sua homenagem e parecia com uma fortaleza, com duas torres sineiras usadas na vigilância da costa.
O Rio de Janeiro nem sempre foi a capital fluminense...
Em 1763, quase dois séculos depois de sua fundação, tornou-se a capital do Brasil, título que manteve até 1960, com a inauguração de Brasília.
As belezas naturais e a receptividade por parte dos moradores fazem do Rio uma das cidades mais visitadas. Seu principal cartão postal, o "Cristo Redentor", foi eleito uma das "Sete Maravilhas do Mundo Moderno".
Além disso, turistas podem contemplar o Pão de Açúcar, o Estádio do Maracanã, a Floresta da Tijuca, a Igreja da Penha, a Quinta da Boa Vista, a Ilha de Paquetá, e participar de eventos gratuitos conhecidos internacionalmente, como o Réveillon de Copacabana e o Carnaval. Se isso não bastasse, a cidade também reúne as praias mais belas da América do Sul.
No cenário nacional, o Rio ocupa o segundo maior "PIB" (Produto Interno Bruto), ficando atrás apenas de São Paulo.
HISTÓRIA...
A cidade do Rio de Janeiro foi fundada no Morro Cara de Cão, na Urca, em (1º de março de 1565), por "Estácio de Sá", com o nome de "São Sebastião do Rio de Janeiro", em homenagem ao então Rei de Portugal, "D. Sebastião".
Dois anos depois, (por questões de segurança), a sede se mudou para o "Morro do Castelo", onde os 120 portugueses, comandados por "Mem de Sá", derrotaram os franceses, que ocupavam a área. De lá, a visão da Baía de Guanabara era privilegiada, o que facilitava a defesa.
Calcula-se que, nessa época, cerca de 600 pessoas habitavam o local, entre elas os fundadores que vieram com "Estácio e Mem de Sá", jesuítas, índios catequizados, alguns franceses e poucas mulheres.
Os pioneiros ocupavam os 184 mil metros quadrados da colina, com limites nas atuais ruas São José, Santa Luzia, México e Largo da Misericórdia.
CANTADA EM PROSA E VERSOS...
O Rio de Janeiro é cenário de muitos amores e sempre inspirou os boêmios. Compositores cantaram a cidade como ninguém.
Quem não se lembra de “Copacabana”, (de João de Barro?)... Ou mesmo “Garota de Ipanema” e “Samba do Avião”, (de Tom Jobim?)... E “Rio que mora no mar”, (de Roberto Menescal e Bôscoli?)... Ou “Valsa de Uma Cidade”, (de Ismael Netto e Antônio Maria?).
Mas uma canção em especial, que ficou no coração dos cariocas, resume nos carnavais toda a magia do lugar:
>>> “Cidade Maravilhosa”, (de André Filho, gravada originalmente em 1934).
CONFIRA...
"Cidade maravilhosa Cheia de encantos mil Cidade maravilhosa Coração do meu Brasil.
Cidade maravilhosa Cheia de encantos mil Cidade maravilhosa Coração do meu Brasil.
Berço do samba e das lindas canções Que vivem n’alma da gente És o altar dos nossos corações Que cantam alegremente.
Jardim florido de amor e saudade Terra que a todos seduz Que Deus te cubra de felicidade Ninho de sonho e de luz".
(Parabéns "Cidade Maravilhosa", pelos 454 anos... Homenagem da Banda Devassa-Rio - 1º de Março de 2019).