quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

HISTÓRICO DE VIOLAÇÕES DA VALE VAI MUITO ALÉM DE MARIANA E BRUMADINHO

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


HISTÓRICO de "VIOLAÇÕES" da "VALE"...
Vai muito além de "MARIANA e "BRUMADINHO".

RAIO - "X"...

Terceira maior mineradora do mundo, empresa tem trajetória marcada por "crimes contra o meio ambiente e comunidades".

Maior mineradora do Brasil e a terceira companhia na indústria global de mineração de metais, a "Vale S.A" carrega vários "crimes ambientais" e "tragédias humanas" em seu histórico.

A empresa é responsável pelo rompimento da barragem Mina do Feijão, em Brumadinho (MG) na última sexta-feira (25), que, até o momento, matou 84 pessoas. Há (276 "desaparecidos") e 192 resgatados.

O rompimento da barragem ocorre após pouco mais de três anos do crime ambiental em Mariana, também em Minas Gerais. O desastre, ocorrido em (novembro de 2015), liberou cerca de 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração na região e deixou (19 mortos) após o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora "Samarco", da qual a Vale é uma das donas, em parceria com a BHP Billiton.

Para a reparação dos danos às pessoas atingidas pelo rompimento em Brumadinho, a Justiça de Minas bloqueou, no total, R$11 bilhões do caixa da mineradora. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a empresa em R$ 250 milhões.

As penalidades, no entanto, representam muito pouco em comparação com os lucros enormes da empresa. Após uma política de reestruturação societária em junho de 2017, com adoção de novas políticas de mercado e de dividendos, as ações da Vale se valorizaram em 83%.

Em 2018, a Vale atingiu o maior valor de mercado dos últimos sete anos, ao atingir o valor aproximado de R$ 300 bilhões, ultrapassando o Itaú e a Petrobras. Em outubro do ano passado, a mineradora anunciou que no terceiro trimestre obteve um lucro líquido de R$ 5,75 bilhões, com o recorde de produção de 104,9 milhões de toneladas de minério de ferro.

Após o crime ambiental em Brumadinho, no entanto, as ações da Vale tiveram queda de 24% - (a mineradora perdeu R$ 72 bilhões em valor de mercado).

Criada para a exploração das minas de ferro na região de Itabira, no estado de Minas Gerais em 1942, no governo "Getúlio Vargas", atualmente a empresa privada, de capital aberto, está presente em cerca de 30 países ao redor do mundo, e em 13 estados brasileiros.

PRIVATIZAÇÃO.

A privatização da antiga Companhia Vale do Rio Doce, no dia 06 de maio de 1997, durante o governo do ex-presidente "Fernando Henrique Cardoso" (PSDB), provocou a demissão de milhares de trabalhadores da companhia, até então uma das mais lucrativas estatais brasileiras.

A venda do controle acionário da empresa para o Consórcio Brasil, liderado pela Companhia Siderúrgica Nacional, de "Benjamin Steinbruch", foi fechada em 3,3 bilhões de dólares, o que representava 27% do capital total da empresa. O recurso utilizado para a compra foi disponibilizado aos compradores pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a juros subsidiados.

À época, o governo "FHC" convidou dois bancos internacionais para avaliar a companhia que seria leiloada. Um dos critérios determinados pelo governo foi de que a avaliação deveria se restringir apenas ao fluxo de caixa existente naquele momento, não levando em conta as reservas de minério de ferro que, segundo especialistas, (eram suficientes para abastecer o mercado por mais de 400 anos).

A empresa foi criada em 1942 com recursos do Tesouro Nacional. Durante 55 anos, foi uma empresa mista e o seu controle acionário pertencia ao governo.

O sociólogo "Tadzio Coelho", professor da Universidade do Maranhão (UFMA), pesquisou em seu doutorado a relação entre mineração e desenvolvimento em municípios onde a Vale opera. Ele avalia que uma das principais mudanças entre a gestão pública e privada da empresa é a "imposição de um modelo de mineração mais predatório e antidemocrático".

Ele conta que após 1997 as escalas de produção e extração da mineração da empresa aumentaram com o maior emprego de aparelhagem tecnológica nos métodos de exploração e extração minerais - (que também aumentou o risco dos projetos).

>>> “A escala da geração de rejeitos também é ampliada. E se há uma ampliação da escala de produção, como subproduto da produção mineral tem o rejeito. E daí existe uma maior necessidade da expansão e loteamento das barragens de rejeito”. (explica).

Outra mudança que veio com a privatização foi a diminuição da participação dos trabalhadores e das comunidades nos caminhos da empresa, segundo o pesquisador...

>>> “A Vale, na medida em que foi privatizada, implementou a lógica rentista e financeira. Ela começou a ser pautada pelos interesses de seus acionistas e do mercado financeiro”. (pontua).

>>> “E aí há uma diferença de agentes que são centrais nesse processos decisórios".

Depois do leilão de privatização da companhia, e com incentivo decisivo de "José Serra", ministro do planejamento à época, a Vale passou a ser comandada pelo banco Bradesco, integrante do consórcio Valepar, detentor de 32 por cento das ações, enquanto os investidores estrangeiros passaram a somar 26,7% das ações totais da empresa.

Mesmo ponderando que falhas e lobbies de empresas privadas também estão presentes em empresas públicas, "Coelho" defende o processo de "reestatização da Vale" como um passo para que a empresa seja guiada pelo interesse público.

>>> “A empresa estatal também é suscetível a este tipo de crime ambiental. No entanto, a maior tendência é isso acontecer com uma empresa privada, porque os trabalhadores e o interesse público, em uma empresa estatal, tem maior preponderância e espaço para ação.

Mas isso deveria ser acompanhado com outras medidas para ampliar o controle sob a atividade”. (aponta o pesquisador).

Cerca de 100 processos que contestam a legalidade da privatização da Vale foram abertos na Justiça.

“CUIDADO COM O PLANETA”:
Os impactos sociais e ambientais da Vale...

Mesmo antes das catástrofes socioambientais em "Mariana e em Brumadinho", as contaminações da atividade mineradora já eram objeto de denúncia.

Publicado em 2014, o livro (Recursos Minerais e Comunidade: impactos humanos, socioambientais e econômicos), de organização do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), catalogou 1,5 mil documentos e relatou o estudo de caso de 105 territórios, espalhados em 22 estados brasileiros, que sofreram impactos da mineração. Aumento da dispersão de metais pesados, mudança na paisagem do solo, contaminação dos corpos hídricos, danos à flora e fauna, desmatamentos e erosão, foram constatados como os principais problemas causados ao meio ambiente.

Embora na descrição dos valores da empresa a Vale afirme ter como missão “cuidar do nosso planeta” e “agir de forma correta”, a atividade da empresa é responsável por parte dessas denúncias.

Em janeiro de 2012, por exemplo, a mineradora foi eleita como "a pior empresa do mundo", no que (refere-se a direitos humanos e meio ambiente), pelo "Prêmio Public Eye", premiação realizada desde o ano 2000 pelas ONGs Greenpeace e Declaração de Berna.

O motivo: uma “história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e pela exploração cruel da natureza”. (lia-se na indicação da empresa).

Com cerca de 25 mil votos, a mineradora venceu a "Tepco", maior empresa de energia do Japão, responsável pela usinas nucleares de Fukushima no Japão.

A Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, grupo de sindicalistas, ambientalistas e acadêmicos de oito países, produziram o Relatório de Insustentabilidade, que reúne as denúncias e violações cometidas pela corporação até 2015.

Em Minas Gerais, a mineradora tenta implementar o "Projeto Apolo na Serra do Gandarela", que pode afetar uma reserva de 5 bilhões de metros cúbicos de água na região.

Em 2011, a Vale também comprou parte do Consórcio Norte Energia, responsável pela "Hidrelétrica de Belo Monte".
O projeto extensamente criticado pelos impactos socioambientais irreversíveis e pelo descumprimento de uma série de condicionantes para a implementação do projeto.

O impacto da empresa é global: em Piura, no Peru, onde a empresa tem uma mina para exploração de fosfato para a produção de fertilizantes para o agronegócio, o transporte da substância causou a dispersão de material particulado no ar e na água, afetando milhares de moradores e pescadores da região.

Representantes da Frente de Defesa da Comunidade de San Martin de Sechura denunciaram que a Vale iniciou a exploração de fosfato sem consulta prévia, o que descumpre o Convênio 169 da OIT. A dispersão do material impacta na saúde de pessoas, desequilíbrio ambiental e no trabalho dos pescadores.

Já em Moçambique, na província de Tete, mais de 1,3 mil famílias foram afetadas pela poluição atmosférica decorrente da exploração de carvão. Com dificuldades no acesso à água e com terras impróprias para a agricultura, elas não foram indenizadas pela empresa até o momento.

O Instituto de Estudos Sociais e Econômicos Moçambicano (Iese) constatou a presença de poluentes como dióxido de enxofre, óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono na região.

Em Nova Caledônia, um arquipélago que fica na Oceania, por exemplo, foi constatado o vazamento de efluentes ácidos em um rio próximo à unidade da empresa, causando a morte de cerca de mil peixes.

“Valorizar quem faz a nossa empresa”.

Este seria o segundo dos valores da Vale. O Relatório de Insustentabilidade de 2015 também apontou que, com a privatização, aumentaram casos de assédio moral e subnotificação do número de acidentes de trabalhos e trabalhadores acidentados na empresa.

Em 2015, um trabalhador de 43 anos foi vítima de um acidente fatal da mina da Fábrica Nova em Mariana (MG), por causa do aumento da carga de trabalho.

No Canadá, investigações incriminam a Vale pela morte de dois trabalhadores na Mina de Níquel Stobie em Sudbury, em 2013.

Em 2013, a Agência Pública revelou que a Vale espiona funcionários, movimentos populares e veículos de comunicação.

Na época, o ex-gerente de segurança da mineradora "André Luis Costa de Almeida" apresentou ao Ministério Público Federal e-mails, planilhas, fotos que comprovam a atuação da empresa para defender seus interesses. ACORDA BRASIL !!!!

(Banda Devassa-Rio - 30 de Janeiro de 2019).

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Ele alertou todo o Brasil sobre a tragédia da barragem de Brumadinho

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


ACORDA BRASIL !@!!

Quanto custa "uma" vida !?!!
E "dezenas" de vidas? Que tal "centenas" !?!!

É só perguntar a empresa Vale, políticos que se omitiram ou se venderam, ao "ministério público que se calou", a "juízes que acertaram recursos protelatórios", aos "fiscais responsáveis", as empresas que se corromperam !!!!
Tragédias como da "barragem de Mariana", da "boate Kiss", morte de alunos por "acidente com ônibus em Bertioga"... todos tem um fator em comum a "CORRUPÇÃO" e "IMPUNIDADE" dos responsáveis... (09 de Julho de 2018).

ACORDA BRASIL !@!!

(Banda Devassa-Rio - 29 de Janeiro de 2019).

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Banda Devassa - "Marina Julia" - Praça Marechal Mauricio Cardoso. Vídeo ...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


PARABÉNS...
SÃO PAULO - "CIDADE DA DIVERSIDADE CULTURAL".

A cidade de São Paulo se caracteriza pela diversidade cultural, base da sua formação urbana. De pequena aglomeração urbana resultante de um processo econômico periférico àquele implantado no nordeste brasileiro a partir do século XVI, São Paulo, em cerca de 200 anos, transformou-se em metrópole.

Ainda que a sua localização inicialmente privilegiasse os intercâmbios comerciais, o que lhe indicava um futuro promissor, no entanto, não passou de um núcleo interiorano e porta de entrada para o “sertão” - (como então se denominavam as áreas não exploradas do país).

De sua fundação em 1554 até 1628, data marcada pela expulsão dos jesuítas, a cidade viveu uma fase religiosa - (predomínio do Páteo da Escola Jesuíta) - caracterizada por uma economia absolutamente fechada.

A agricultura tinha caráter apenas de subsistência, contando com algumas poucas hortas para o consumo doméstico. Nelas eram cultivadas as árvores frutíferas de Portugal, o trilho, o milho, a vinha, o algodão, a mandioca.

O primeiro sinal de mudança nos rumos do destino da cidade foi o descobrimento de ouro no Jaraguá. O ciclo de ouro que se seguiu veio estimular a vocação comercial - (até aquele momento, apenas latente) - tornando-se, a cidade, um importante entroncamento comercial a partir do aparecimento de várias rotas de comércio decorrentes do processo de ocupação brasileiro, que já alcançava o interior.

Ainda que o processo de crescimento da atividade comercial tenha sido importante para a cidade, somente após a chegada do café e o desenvolvimento das ferrovias a partir de 1890 houve modificação na vida urbana de São Paulo.

Para que se possa ter ideia dessa modificação, a população da cidade que era cerca de 70 000 habitantes em 1890, passa a ter 239 000 habitantes em 1900, 587 000 habitantes em 1920, 890 000 hab em 1930 e 1 300 000 hab em 1940.

Ligada à expansão do café, da implantação das ferrovias e do início da industrialização da cidade, a imigração européia, especialmente a italiana, é intensificada a partir de 1887, vindo a dar novas forças à economia paulistana.

De 1866 a 1873, chegaram ao Brasil 304 796 imigrantes, equivalendo à média anual de 21 771. Em 1887, essa cifra subiu para 54 990 imigrantes.

Ao ser decretada a Abolição em 1888, o número de imigrantes atingiu 131 268. No início do século XX, os italianos chegaram a representar mais de 50% da população paulistana, transformando a Paulicéia em uma grande cidade italiana.

Na década de 50, após iniciado o ciclo de industrialização propriamente dito, a cidade de são Paulo passou a recepcionar um intenso fluxo de população, especialmente do norte e nordeste, guiados pelo oferecimento de vagas para trabalho na metrópole que se construía.

O intenso processo de urbanização, gerando, como consequência uma metrópole moderna e de características internacionais, são hoje a marca e a característica da cidade de São Paulo, multi-cultural, multi-étnica e multirracial onde a sua expressão cultural são frutos desta experiência.

A cidade de São Paulo hoje tem uma das maiores populações italianas fora da Itália, um bairro japonês, uma florescente colônia chinesa, uma grandiosa população judia, os coreanos se implantando na antiga área judia do Bom Retiro, sem contar com a população sul-americana.

Todas essas pessoas se sentem em casa em São Paulo e nela reproduzem a sua matriz cultural.

(Banda Devassa-Rio - 28 de Janeiro de 2019).

Banda Devassa - "Parabéns São Paulo - Cidade da Diversidade" - (Mestre J...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


PARABÉNS...
SÃO PAULO - "CIDADE DA DIVERSIDADE CULTURAL".

A cidade de São Paulo se caracteriza pela diversidade cultural, base da sua formação urbana. De pequena aglomeração urbana resultante de um processo econômico periférico àquele implantado no nordeste brasileiro a partir do século XVI, São Paulo, em cerca de 200 anos, transformou-se em metrópole.

Ainda que a sua localização inicialmente privilegiasse os intercâmbios comerciais, o que lhe indicava um futuro promissor, no entanto, não passou de um núcleo interiorano e porta de entrada para o “sertão” - (como então se denominavam as áreas não exploradas do país).

De sua fundação em 1554 até 1628, data marcada pela expulsão dos jesuítas, a cidade viveu uma fase religiosa - (predomínio do Páteo da Escola Jesuíta) - caracterizada por uma economia absolutamente fechada.

A agricultura tinha caráter apenas de subsistência, contando com algumas poucas hortas para o consumo doméstico. Nelas eram cultivadas as árvores frutíferas de Portugal, o trilho, o milho, a vinha, o algodão, a mandioca.

O primeiro sinal de mudança nos rumos do destino da cidade foi o descobrimento de ouro no Jaraguá. O ciclo de ouro que se seguiu veio estimular a vocação comercial - (até aquele momento, apenas latente) - tornando-se, a cidade, um importante entroncamento comercial a partir do aparecimento de várias rotas de comércio decorrentes do processo de ocupação brasileiro, que já alcançava o interior.

Ainda que o processo de crescimento da atividade comercial tenha sido importante para a cidade, somente após a chegada do café e o desenvolvimento das ferrovias a partir de 1890 houve modificação na vida urbana de São Paulo.

Para que se possa ter ideia dessa modificação, a população da cidade que era cerca de 70 000 habitantes em 1890, passa a ter 239 000 habitantes em 1900, 587 000 habitantes em 1920, 890 000 hab em 1930 e 1 300 000 hab em 1940.

Ligada à expansão do café, da implantação das ferrovias e do início da industrialização da cidade, a imigração européia, especialmente a italiana, é intensificada a partir de 1887, vindo a dar novas forças à economia paulistana.

De 1866 a 1873, chegaram ao Brasil 304 796 imigrantes, equivalendo à média anual de 21 771. Em 1887, essa cifra subiu para 54 990 imigrantes.

Ao ser decretada a Abolição em 1888, o número de imigrantes atingiu 131 268. No início do século XX, os italianos chegaram a representar mais de 50% da população paulistana, transformando a Paulicéia em uma grande cidade italiana.

Na década de 50, após iniciado o ciclo de industrialização propriamente dito, a cidade de são Paulo passou a recepcionar um intenso fluxo de população, especialmente do norte e nordeste, guiados pelo oferecimento de vagas para trabalho na metrópole que se construía.

O intenso processo de urbanização, gerando, como consequência uma metrópole moderna e de características internacionais, são hoje a marca e a característica da cidade de São Paulo, multi-cultural, multi-étnica e multirracial onde a sua expressão cultural são frutos desta experiência.

A cidade de São Paulo hoje tem uma das maiores populações italianas fora da Itália, um bairro japonês, uma florescente colônia chinesa, uma grandiosa população judia, os coreanos se implantando na antiga área judia do Bom Retiro, sem contar com a população sul-americana.

Todas essas pessoas se sentem em casa em São Paulo e nela reproduzem a sua matriz cultural.

(Banda Devassa-Rio - 28 de Janeiro de 2019).

Banda Devassa - "The 27th world congress of architects" - (Mestre Jonas).

Banda Devassa-Rio de Janeiro. (Culture, sport and leisure).


Banda Devassa-Rua Patagonia, Penha-Marvelous City-Rio de Janeiro-Brazil.

Saluting the Congress that elected Rio de Janeiro as City (CAPITAL) World Champion of architecture, the "Congress of Architecture" that will be held next year (2020) here in the "Marvelous City"...

Welcome all congressmen and architects from all over the world receive the affection of the "your" Banda Devassa.

World architecture Champion.
(Rio de Janeiro-Marvelous city).

"That wonderful city hug-2019".
By the title achieved and conquered with tenderness...
"CAPITAL world Champion of Architecture".

The Construction Congress Exales nature and the beautiful ground.
The creator who put sugar in the bread, good God with open arms, blessing every nation.

He made Rio de Janeiro... "SENSATIONAL" !!!!
Beach, samba and football land.

"Patrimony of UNIVERSAL architecture".
He made Rio de Janeiro... "SENSATIONAL" !!!!

(Banda Devassa-Rio-26 January 2019).

Banda Devassa - "Brumadinho... Tragédia Anunciada" - (Mestre Jonas).

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


BRUMADINHO... (Tragédia anunciada).

"GUERRA IDEOLÓGICA E CONFLITO DE GERAÇÕES" !@!!

Sempre que ocorre uma tragédia, há uma busca frenética, irracional, pelos culpados, e os apontados - (é infalível) - nunca é uma pessoa, ou várias delas, mas uma abstração, um sistema de pensamento, uma instituição, ou a corrupção.

Há um embate, agora, para se apontar os culpados pelo desastre em Brumadinho, e não poucas pessoas, inspiradas por uma ideologia, mesmo sem o saber, estão, sem uma razão plausível, a enquadrar a ideologia oposta, impelidas, unicamente, por rejeição a ela, inexplicável.

É puro automatismo...

Os socialistas culpam o capitalismo, cujos agentes, egoístas, desumanos, só pensam no lucro, e os liberais atacam o Estado, cujos membros são burocratas incompetentes e corruptos.

Nem os socialistas, tampouco os liberais, esquadrinham os fatos, revelam vontade de conhecer a realidade:
>>> "apontam, de imediato, o dedo acusador ao sistema oposto".

Tal expediente, em tal ânsia justiceira, atende, não ao correto senso de justiça, mas ao desejo, mesmo que inconsciente, de dar-se ares de exclusiva superioridade moral, ao de emprestar à ideologia que defende poderes para solucionar todos os problemas do mundo, e ao de aniquilar os que subscrevem a, assim entendem, ideologia oposta, a qual, consequentemente, é vista como um flagelo.

Condenam os socialistas a Vale do Rio Doce, empresa privada - (mas eles esquecem que cabe ao Estado brasileiro a fiscalização das barragens; condenam os liberais a ineficiência do Estado em fiscalizar) - mas eles esquecem que são os empresários que investem nas barragens.

A responsabilidade, portanto, está nas mãos, não de abstrações, o Capitalismo e o Socialismo, o Mercado e o Estado, mas de pessoas que ocupam, umas, cargos na alta hierarquia de empresas privadas, outras, nas instituições estatais.

Em sua ira justiceira, irracional, irrealista, imputando o crime a um sistema de pensamento, à uma ideologia, à uma abstração, os justiceiros favorecem as pessoas que falham em seus deveres, afinal não miram na justiça:
>>> querem apenas, para usar uma expressão da moda... "LACRAR". - (ACORDA BRASIL !!!!).

(Banda Devassa-Rio - 28 de Janeiro de 2019).

domingo, 27 de janeiro de 2019

BOLSONARO FALA ANTES DOS PREPARATIVOS PARA A RETIRADA DA BOLSA DE COLOST...

Banda Devassa - Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).


"COLOSTOMIA TEMPORÁRIA"...
(quando está indicada a cirurgia de reversão?).

INTRODUÇÃO.

Apesar de uma diminuição global nas últimas décadas do número de realizações de "colostomias temporárias", esta ainda é uma técnica cirúrgica de grande importância no arsenal de opções terapêuticas do...
"CIRURGIÃO DIGESTIVO/COLOPROCTOLOGISTA".

EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS.

As "colostomias", também conhecidas como "ostomias", geralmente realizadas em caráter de urgência são desagradáveis para os pacientes e podem trazer uma série de eventos adversos pela sua presença, em especial o "risco de infecção" de parede abdominal, prolapso (saída) do intestino pela colostomia, oclusão intestinal e as hérnias (enfraquecimento da parede abdominal) para-estomais (ao redor da colostomia), variando a incidência desses eventos adversos em até 60% dos pacientes.

TRATAMENTO...
(RECONSTRUÇÃO DO TRÂNSITO INTESTINAL).

Até o momento não se encontra consenso na literatura médica em relação ao tempo ideal de fechamento de uma colostomia temporária.

>>> "O período clássico de 8 a 12 semanas, encontrado na maioria das publicações, deve ser analisado com grande senso crítico".

Os trabalhos científicos especializados identificam taxas de eventos adversos relacionados a cirurgia de fechamento da colostomia ou reconstrução do trânsito intestinal extremamente variadas, com índices que vão de 10% até quase 50% dos casos.

O que podemos identificar a partir destes dados é que as cirurgias de "decolostomias" (cirurgia de reversão de colostomia) são cirurgias complexas e de difícil comparação entre os casos individuais em virtude da especifidade das indicações clínicas. Contudo os fatores inerentes ao próprio paciente, tais como:

1 - idade (acima de 45 anos);

2 - comorbidades associadas (presença de Diabetes e Hipertensão Arterial);

3 - uso crônico de medicações (tais como Corticóides);

4 - grau de desnutrição (Albumina sérica menor que 3,0 g/dl); e

5 - doença de base que levou a cirurgia de colostomia exercem influência direta no aumento da morbidade (taxa de eventos adversos) dessas operações.

Desta forma, uma diverticulite aguda complicada, um tumor de cólon obstrutivo, uma lesão colônica por projétil de arma de fogo ou "arma branca" (FACADA), ou ainda uma perfuração durante um exame endoscópico provocam, dependendo do paciente, respostas metabólicas e endócrinas variáveis, promovendo também efeitos diversos no processo de cicatrização das feridas no pós-operatórios.

Portanto quando da programação das cirurgias de "restituição do trânsito intestinal" uma das avaliações clínicas de grande importância é a total recuperação do trauma cirúrgico anterior que levou a realização da colostomia que é peculiar de paciente para paciente.

AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA.

A programação do fechamento da colostomia através da cirurgia de "DECOLOSTOMIA" é realizada pela avaliação do estado clínico atual do paciente, assim também como a condição em que se encontram os segmentos intestinais envolvidos, que são apreciados pelos exames radiológicos contrastados (ENEMA OPACO - TRÂNSITO INTESTINAL) e endoscópicos (COLONOSCOPIA) da porção intestinal a ser reconstruída.

Outra avaliação importante é que, do ponto de vista técnico, colostomias feitas em caráter de urgência e a presença de aderências intra-abdominais podem resultar na necessidade de "ressecções adicionais" de segmentos intestinais.

PROGNÓSTICO.

Os eventos adversos mais comuns da cirurgia de reversão de colostomia são as "INFECÇÕES" e os "VAZAMENTOS DA ANASTOMOSE" (FÍSTULAS).

Os resultados da cirurgia de reconstrução intestinal foram:

Tempo operatório médio de "300 minutos" (variando de 180 a 720 minutos); a reconstrução do trânsito intestinal foi alcançado em 93% dos casos; a fístula anastomótica ocorreu em 7% e a infecção de sítio cirúrgico em 22%.

A taxa de mortalidade, (neste estudo foi de 3,4%) ocorrendo principalmente por "sepse abdominal" ocasionada pela fístula...

Dentre os fatores relacionados ao insucesso na reconstrução da colostomia... observou-se associação significativa com a tentativa prévia de reconstrução (p = 0,007), a utilização prévia de quimioterapia (p = 0,037) e o longo tempo de permanência da colostomia (p = 0,025).

>>> "Boa sorte Presidente"...
(Banda Devassa-Rio - Domingo, 27 de Janeiro de 2019).